Cheguei ao mundo no dia 19 de março de 2009, ou seja:
Nasci em Foz do Iguaçu, Paraná, Brasil... E essa é a minha
página.
Eu não faço ideia de como você veio parar aqui, mas agradeço muito por estar e sugiro que
dê uma olhada (tem umas coisas bem legais aqui, vai que você encontra uma área de interesse ou alguma
informação minha que tu queira puxar). Essa página é tipo um storyboard mal feito, com o porém de que
significa muito pra mim.
Curto tudo o que envolve um terror bom, do tipo que envolve uns arrepios
reais e não qualquer sustinho, adoro latte, capuccino com canela ou qualquer café que não tenha gosto de
petróleo. Meu escritor favorito é Stephen King, meu livro favorito é 1984, meu jogo favorito é Outer Wilds.
Tenho uma start up em desenvolvimento no mercado de medicina neurológica com nome MigaCare. Na minha opinião
o melhor Call of Duty é o Black Ops 1 (O Reznov nunca foi real) e todo filme do Christopher Nolan, Quentin
Tarantino e Robert Eggers é 10/10.
No momento, o site não é responsivo para Mobile, e só fica
agradável para o tablet, e para displays (notebooks, monitores, televisões e etc) com resolução maior ou
igual a 1024x768! Elemento esse que vou aprimorar conforme me desenvolver na área <3
Se quiser dar
uma olhada em outras páginas minhas, só clicar nos botões aí embaixo:
Sobre o portfólio e os projetos
Esse espaço é onde eu aglomero todos os meus projetos!
Tudo o que se encontra
nessa página faz parte não só do meu portfolio... Também faz parte da minha história. A página está em
ordem cronológica do desenvolvimento de cada um dos projetos, ou seja, conforme você desce você
acompanha a tragetória do meu desenvolvimento ano após ano :)
Cada um deles significa muito
pra mim...
Desde pequeno eu tenho um envolvimento muito forte com a arte, e desde que me
descobri como
capaz de faze-la me esforcei ao máximo para torna-la a melhor versão possível.
Me envolvi com
pintura, fotografia, cinematografia, coloração, edição, roteiro, poesia, contos, desing, modelagem 3D,
game-developing, artes-cênicas (teatro, projetos de improvisação e afins), web-development,
desenvolvimento de mundo, arte do ambiente (enviroment), audiovisual, teoria musical, composição e assim
segue.
Boa sorte! ("E caso eu não te veja depois, bom dia, boa tarde e boa noite!" - O show de
Truman)
Uma das minhas músicas favoritas pode te acompanhar no começo dessa jornada!
O Diário de Elizabeth (2022)
Comecei a escrever por causa de um professor.
Não sei se é uma boa ideia colocar o nome do sujeito aqui, então pode chamar ele de Micael...
Antes eu era o tipo de pessoa que andava com o cabelo na cara, era muito mais reservado, afastado e vivia
com um livro na mão. Um dia, no monótomo que era o cotidiano, sendo o último sujeito a sair da sala para o
intervalo, um professor barrou a minha saída e me perguntou que livro eu estava lendo.
E o que antes
havia começado com uma curiosidade, logo se tornou um mentor. O professor comentou que achava interesse no
que eu escrevia e nas obras que eu lia, e incentivou um desenvolvimento de forma bem característica (uns
toques no ombro e uma ou outra palavra bonita), e eu segui o conselho.
E na primeira oportunidade que tive de provar que havia seguido, fiz.
O professor pediu a entrega de um trabalho com 2 dias de prazo. O trabalho tinha fundamento em
algum texto trouxo sobre um primo que matou um pássaro e queimou as bonecas das primas por mal caráter ou
algo do gênero (A lembrança é bem vaga).
A proposta do trabalho era criar uma ramificação da
história com interpretações próprias, e eu decidi que criaria a minha primeira história de fantasia... Cujo
nome era:
O diário de Elizabeth
Por mais que a escrita seja bem básica e infantil, foi um marco na minha vida. Marco
esse que está registrado em um pendrive antigo a muito tempo... Decidi que registraria ele em outro lugar
mais adequado.
É só clicar e baixar.
Outros trabalhos
Boa parte das coisas que eu escrevi eu perdi por descuido.
Eu cheguei a escrever 12 histórias desse período até o trabalho do próximo tópico. Uma sobre o
texto: O homem que perdeu a orelha, outra sobre um náufrago, outra sobre um andar misterioso em uma casa,
outra sobre uma bruxa em um povoado africano, outra sobre um pastor que lavava dinheiro com a igreja, outra
sobre mim e... Todas perdidas.
É claro que essas histórias fazem falta, mas a experiência que cada
uma me proporcionou nunca vão ficar de lado. O próximo trabalho que produzi usou uma dessas histórias como
enredo. Até hoje é um dos trabalhos que mais me orgulha, considerando que era a primeira vez que eu fazia
coisas do gênero
Toca essa outra aqui... Pro clima ficar pesado na medida certa.
Sonoplastia foi gravado em 2 semanas, de 21 de outubro a 3 de novembro
de 2022.
O professor era outro, e o objetivo não partia de princípios, e sim da vontade de provar
para mim mesmo que eu conseguiria me expressar em tão pouco tempo.
O trabalho era dentro
da disciplina de artes, os alunos escolhiam um tema desde a invenção da primeira câmera até o cinema antigo,
e desse tema produziam um seminário. Eu escolhi o tema sonoplastia, significando comunicação pelo som. O
objetivo do projeto era criar uma imagem que fizesse referência a filmes antigos, dentro do tema terror... E
principalmente, que usufruisse do som para tornar o espectador a sentir tensão.
Nesse tema eu encontrei a oportunidade pra produzir o
meu primeiro curta-metragem, e assim fiz.
.
outras obras
Do final de 2022 à metade de 2023 eu foquei em 2 projetos diferentes: No estudo da cinematografia
e na desenvoltura de um livro que estava escrevendo chamado "O Mal Oculto".
O Mal Oculto
girava envolta de um padre Michael J. Stanford. Que já havia largado a cruz e um distintivo, agora afastado.
O padre tinha sonhos com a falecida filha e com um exorcismo que havia enfrentado anos atrás... Em
determinado dia, um investigador novato aborda ele com uma solicitação de natureza estranha, o vaticano
havia enviado uma carta oficial para a polícia de Londres para que Michael J. Stanford ficasse a par de uma
bizarrice nas proximidades de uma ilha Inglesa. Tornando o aposentado padre a lembrar do dia que levou ele a
largar a igreja.
Nunca cheguei a finalizar o livro, mas este já chegou a ter 76 páginas.
Teorias da Origem da Vida
Esse em específico é bem off-topic se comparado com os outros trabalhos, que estão interligados
com a arte. Foi em Junho de 2023.
Uma professora de ciências, em uma das aulas de evolução,
havia comentado sobre o contraste entre a teoria criacionista e a teoria da evolução (Big Bang). Alguns
comentários me levaram a uma insaciável curiosidade, e para a minha ilustre sorte, não foram minutos e a
professora colocou em mesa um trabalho que solicitava a descrição de todas a teorias do surgimento da vida,
com seus pesquisadores e outras questões.
Uma das questões requisitava que o estudante esclarecesse
qual era a concepção atribuída pelo próprio ao universo, ou seja, a qual daquelas teorias o estudante estava
mais adepto.
E é claro que eu enxerguei uma oportunidade aí.
Escrevi o trabalho avaliativo referente às questões durante a semana, e no fim de semana escrevi
as outras 34 das 47 páginas, todas estas 34 representando a minha concepção, separada por capítulos que
conceituavam o leitor no raciocínio que consegui absorver na semana, todo esse raciocínio derivante de um
conversa entre o astrofísico Felipe Hime, Sérgio Sacani, Pirulla, Marcos Eberlin e outros presentes em uma
mesa de debate.
O texto começa bem mal, mas conforme vai se desenrolando apresenta umas
ideias plausíveis e de certa forma coerentes, surpreendentes pra um estudante bobo do nono ano do Ensino
Fundamental.
Eis o aglomerado de conceitos inicias que me levaram a
esse espanto (espanto esse que fundamentou a existência desse trabalho):
Estudos Análogos
Entre o restante da metade de 2023 e os primeiros 2 meses de Janeiro de 2024 eu não tenho
trabalhos tão relevantes, claro, tinha outros projetos, boa parte deles voltados pra ADM... Estes eu não tenho
interesse a ponto de marcar na página... Não agora, não hoje..
Entra agora uma nova fase
da minha vida.
Too Far Gone foi o projeto artístico de maior duração em que já trabalhei.
A duração total foi de 3 meses, do final de fevereiro de 2024 a metade de junho de 2024. O projeto em si não era o vídeo ou o curta, na verdade esse curta nem deveria existir...
Era o meu primeiro trabalho de programação no Instituto Federal, e o objetivo era completar um jogo no Scratch com prazo de 15 dias. O porém? Em 27 de Março de 2024 parte do sistema educacional brasileiro entrou em greve, greve essa que durou 2 meses e tantos dias.
Era o primeiro trabalho grande que eu faria em equipe, e essa foi a desavença. O projeto começou muito bem, mas logo começaram a se desconciliar com a ideia, cada um discordando do outro, reclamando de dificuldades e de que aquilo poderia ser mais fácil, simples e trouxo... No fim quem acabou finalizando o projeto fui eu.
Desde o começo eu destaquei naquele projeto que queria fazer algo grande, e agora que estava sozinho não podia me desatar da ideia, principalmente quando a única opinião que você tem é sua. Além de criar um cenário do zero para o jogo (com nome Too Far Gone), um cenário 3D em uma linguagem de programação 2D... Produzi todo um curta sobre como foi a desenvoltura do processo criativo para a criação do jogo, adentrando no enredo da história, nos aspectos técnicos e nas desavenças entre os membros do grupo. Isso em uma semana.
A história contornava uma cidade fria e enevoada, especificadamente descrevendo uma cidade no Oregon. Um detetive com sequelas mentais relembra todos os eventos que antecidiam o agora (momento em que ele escolhe acabar com tudo aquilo), desde a investigação do desaparecimento de uma criança nos pinheiros de uma das florestas das redondezas. Animais da área estão agindo estranhamente, a família Rockfeller (elite que se instalou na cidade desde que a cidade é vista como oficial) vem se extremando politicamente na mídia cada vez mais... E coisas estranhas estão voltadas para o Investigador.
E dessas estranhezas para frente as coisas ficam cada vez mais macabras.
.
Projetos Sociais
Passado Julho, começou a florir uma ideia bem diferente na minha cabeça, nada nessa ideia tinha relação com arte, e sim, com pessoas.
Depois de finalizar o Too Far Gone o tempo de ociosidade das férias de julho me fez repensar muitas das coisas que havia feito, e muitas das minhas condutas. Senti que precisava melhorar em diversos aspectos... Do que adianta ter ideias e não saber transmiti-las?
Conversei com alguns colegas e apresentei pela primeira vez o que hoje seria o Farol.
O Farol tem a missão de guiar as pessoas. Foi por isso que ele foi criado, é um lugar onde todos podem falar, um lugar onde pessoas combinam... É um lugar de pessoas interessantíssimas, pois só as pessoas certas entravam no projeto, e assim foi se construindo uma das melhores memórias minhas. Pela primeira eu não estava fazendo algo só por mim, boa parte das reuniões eram uma apresentação de uma pessoa ajudando outras pessoas num conteúdo, e assim se seguiu até hoje, 13/05/2025. Dia em que eu oficialmente saí do projeto.
Acho que eu precisava de um tempo.
.